Série ‘Assédio’ estreia na Globo sexta, dia 3

Foto do grupo de mulheres protagonistas da série

A Globo estreia sexta-feira, dia 3 de maio, às 23h10, a série Assédio, uma história de ficção livremente inspirada na vida de Roger Abdelmassih.
‘Assédio’ conta a história de uma rede de mulheres que se forma para denunciar uma série de abusos sexuais cometidos por um médico bem-sucedido e respeitado: Roger Sadala (Antonio Calloni).

A saga começa quando uma dessas mulheres rompe o silêncio e torna público o que até então era restrito ao consultório.
Stela (Adriana Esteves), Eugênia (Paula Possani), Maria José (Hermila Guedes), Vera (Fernanda D’Umbra) e Daiane (Jéssica Ellen) são unidas pelo mesmo drama: todas foram iludidas por Roger. Referência na reprodução humana assistida, o médico usa o seu poder de persuasão e influência, junto com o desejo dessas mulheres em se tornarem mães, para envolvê-las e ludibriá-las.

Todas são suas pacientes, com a exceção de Daiane, que trabalha em sua clínica. E todas, sem exceção, sofrem em suas mãos e são assediadas. Ao lado delas está Mira (Elisa Volpatto), uma incansável jornalista que busca obsessivamente por provas dos crimes cometidos por Roger.

Aos poucos, as vidas dessas mulheres se entrelaçam em meio a sonhos, frustrações, tristezas, superações, heroísmos e um desejo enorme por justiça.
‘Assédio’ é uma minissérie de Maria Camargo escrita com Bianca Ramoneda, Fernando Rebello e Pedro de Barros. A obra é livremente inspirada no livro ‘A Clínica: A farsa e os crimes de Roger Abdelmassih’, de Vicente Vilardaga. A direção artística é de Amora Mautner, direção-geral de Joana Jabace e direção de Guto Botelho.

Na real: Quam é Roger Abdelmassih
Roger Abdelmassih, nascido em São João da Boa Vista, em 3 de outubro de 1943 é um ex-médico brasileiro, especialista em reprodução humana, sendo um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil.
Filho de libaneses, foi um profissional nacionalmente conhecido por ter tratado diversas personalidades brasileiras.
O ex-médico foi condenado por 56 condutas de abuso de pacientes mulheres caracterizadas como estupro. A partir de 2009 ele começou a ser acusado de violentar sexualmente suas pacientes enquanto estavam sob efeitos de sedativos.[2] Abdelmassih foi condenado a 278 anos de prisão por 52 estupros e quatro tentativas de estupro a 39 mulheres.
O médico Roger Abdelmassih, que teve seu registro profissional cassado em 20 de Maio de 2011, foi condenado em 23 de novembro de 2010, a 278 anos de prisão.
Após mais de três anos procurado pela polícia brasileira, Roger Abdelmassih foi preso pela Polícia Federal, em 19 de agosto de 2014. . Roger estava vivendo em Assunção, capital do Paraguai, com a mulher e dois filhos gêmeos. Em 20 de agosto de 2014 ele chegou ao Brasil e foi direto para a Penitenciária II de Tremembé.
Em 29 de setembro de 2017 o ministro Ricardo Lewandowski do Supremo Tribunal Federal concedeu decisão favorável a Roger Abdelmassih para que ele cumpra sua pena em prisão domiciliar. Para tomar a decisão, Lewandowski levou em consideração o comportamento e também o quadro clínico de problemas cardíacos do ex-médico. Com esta decisão, Abdelmassih deve cumprir sua pena no apartamento da esposa na cidade de São Paulo.

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