Em Amor Perfeito: O governador nomeia…

Em Amor Perfeito, a situação de Cândida (Zezé Polessa) passou as fronteiras de Águas de São Jacinto. A história da primeira-dama que foi presa a mando do próprio marido por querer ocupar o lugar dele na prefeitura se espalhou por toda Minas Gerais. E o fato que todas as mulheres da cidade estão há dias na porta da delegacia fazendo protesto em defesa dela só aumentou as apostas. Mas agora um desfecho irá aparecer no horizonte.
A coisa chegou em um nível que o governador do estado, Benedito Valadares (Alexandre Britto), irá a São Jacinto resolver a situação pessoalmente. No momento que ele chega à delegacia, as defensoras de Cândida logo começarão a temer o pior.
“O governador do Estado! É ele, minha gente, é o Benedito Valadares!”, anunciará Wanda (Juliana Alves) ao vê-lo descendo do carro.
“Coisa boa não deve ser. Um homem linha dura como ele, que reza pela cartilha da lei e da ordem”, acrescentará Darlene (Carol Castro).
O primeiro a receber a autoridade será o delegado Albuquerque (Beto Militani), um dos principais capachos de Anselmo (Paulo Betti). Mas diferente da marra que impôs sobre Cândida, ele vai estar bem mais manso.
“Senhor governador! Que honra receber a visita de vossa excelência aqui na nossa”, dirá ele, que logo será cortado pela objetividade de Valadares.
“Não vim visitar o senhor, delegado, e sim a senhora Cândida Evaristo. Me leve até ela!”
Dito e feito. Albuquerque chega a gaguejar de tão direto que é o governador, mas acata imediatamente o pedido dele. Enquanto isso, Anselmo e Gaspar (Thiago Lacerda) também vão chegar à delegacia para presenciar o momento e serão recebidos por uma vaia das protestantes.
“A que ponto chegamos! Essas malucas perderam de vez o decoro e o senso de autoridade!”, reclamará o prefeito Anselmo.
“Como é que pode a mãe, bobinha do jeito que é, ter virado assim a cabeça dessa gente toda?”, vai dizer Gaspar, esquecendo que todas as conquistas dele como secretário de Turismo partiram de empreitadas de Cândida.
Ao saber que a primeira-dama de São Jacinto já está conversando com o governador, Anselmo vibrará de felicidade, certo de que a “lição” irá ensinar algo a Cândida.
“Ótimo! Eu sabia! Agora a Candinha vai ver o que é bom pra tosse!”
Mas a conversa entre os dois irá tomar um rumo diferente do esperado. Logo de cara, Cândida deixará claro que criar confusão nunca foi o intuito dela e que suas intenções sempre foram propor os melhores projetos possíveis à cidade.
“Eu tinha, quer dizer, eu tenho a intenção de ser nomeada prefeita pelo senhor. E eu lhe garanto que tenho todas as qualidades pra isso”, dirá ela, que logo será interrompida.
“E de onde foi que a senhora tirou essa ideia, de ser prefeita de São Jacinto?”.
“A política sempre correu nas minhas veias, uai! O senhor sabe. Como filha do senador Carneiro, a vida pública tá no meu sangue! E olhe: eu sempre tive muitas ideias sobre gestão, mas tive que me contentar – assim como muitas mulheres – ao papel de dona de casa e me realizar através do meu marido”, lembrará ela.
Valadares dirá que, apesar de acreditar nas boas intenções de Cândida, o problema está no “caos” que ela causou entre as mulheres da cidade. O governador irá alegar que ela “extrapolou” o papel como primeira-dama.
“Com todo respeito, governador, eu não concordo que as mulheres estão perturbando a ordem. Esse é um movimento pacífico e espontâneo […] Quem tá aí na frente da delegacia são mães de família e trabalhadoras […] Acha certo uma mulher ser presa só por lutar pra ter a sua voz ouvida?”
Entrega de abaixo-assinado
Em seguida, Cândida irá entregar a ele um documento com os planos de gestão dela para cidade e um abaixo-assinado com mais de 2 mil assinaturas apoiando sua candidatura.
Logo em seguida, ele voltará à sala do delegado e, após ignorar uma bajulação, dirá que já resolveu a situação e que irá ao protesto dar conta sobre sua decisão às mulheres presentes.
“Tá vendo, filho? Aprende. Isso é que é ter as manhas da política!”, dirá Anselmo a Gaspar, crente que o desfecho irá favorecê-los. “Bora assistir de camarote o governador mandar essa cambada de mulher de volta pro tanque!”
“Cidadãos de São Jacinto: eu gostaria de ter vindo a essa cidade a passeio, mas o motivo é outro: o atual prefeito, o senhor Anselmo Evaristo, manifestou o desejo de se afastar da vida pública e já tem até um sucessor para dar continuidade ao seu trabalho — seu primogênito, Gaspar Evaristo”, começará Valadares, enquanto pai e filho estão atrás, seguros de si.
“Acabo de conversar com a primeira-dama e ouvi atentamente os motivos dessa pretensão dela — tão audaciosa como inaudita —, de se tornar prefeita de São Jacinto! Assim, depois de tomar conhecimento de tudo o que ela pretende, e para dar fim a essa convulsão que tomou conta da cidade, decidi que, a partir desta data, a prefeitura de Águas de São Jacinto passa a ser comandada pela esposa do atual prefeito, a senhora Cândida Evaristo!”, anunciará o governador.
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